Artesanato paraibano tem identidade cultural e recebe certificação de qualidade

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Dos sete produtos do artesanato brasileiro que possuem certificação de Identidade Geográfica, dois são da Paraíba. A renda renascença e o algodão colorido produzidos no Estado receberam na manhã desta quinta-feira (24), o Selo concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), que confere a qualidade do produto e que são genuinamente paraibanos. A entrega solene ocorreu durante a abertura do II Seminário Internacional de Indicação Geográfica, que está sendo realizado em João Pessoa, até esta sexta-feira (25). “A Paraíba tem um grande potencial de produtos que podem receber esta certificação. Durante o Seminário, vamos esclarecer e divulgar aos produtores e empreendedores a importância do Selo”, disse o pesquisador do INPI, Armando Mendes. O arroz vermelho, o queijo de coalho, a cachaça, a água de coco de Sousa, além de inúmeros produtos do artesanato (labirinto, crochê, fibra, madeira, cerâmica), são produtos que tem grandes chances de receberem a certificação se forem bem trabalhados e atenderem aos pré requisitos da certificação, segundo o pesquisador. A coordenadora de Artesanato do Sebrae Nacional, Durcelice Mascena, destacou que o artesanato paraibano é reconhecido nacional e internacionalmente pela sua qualidade e identidade com a região. “O trabalho de resgate da renda renascença feito aqui no Estado pelo Sebrae local foi fantástico. É um produto expressivo, de qualidade e que abriu mercado para diversas artesãs, através de cooperativas”, afirmou. O diretor técnico do Sebrae Paraíba, Luiz Alberto Amorim, ressaltou a importância do evento internacional acontecer em João Pessoa e agradeceu a presença dos produtores e empreendedores. “Durante dois dias, vamos ouvir, debater e entender melhor a importância desta certificação. Além de um certificado de qualidade, este selo representa bons negócios para as artesãs”, disse o diretor. A coordenadora do Programa de Artesanato Paraibano (PAP) do Governo do Estado, Lu Maia, também participou do evento e destacou que a Paraíba merecia este reconhecimento. Este é o segundo seminário internacional, promovido em parceria pelo Sebrae, INPI e Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). O evento acontece a cada dois anos e o primeiro foi realizado em Belo Horizonte (MG). Dentre os temas que serão discutidos no Seminário estão: O marco internacional para a proteção de indicações geográficas; O papel de cada entidade nas indicações geográficas e marcas coletivas; Proteção da atividade artesanal por propriedade industrial (casos brasileiros e casos internacionais); e O valor da origem para acesso a mercados para o artesanato. Durante o evento também haverá o lançamento do Curso de Ensino à Distância de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas do Sebrae e do INPI, visitas ao Museu Casa do Artista Popular Janete Costa e ao Mercado de Artesanato Paraibano, além da apresentação de casos de sucesso nacionais e internacionais.

Fonte: Comunicação Sebrae-PB

 

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